quarta-feira, 16 de maio de 2018

Origem da Vida

A abiogênese e biogênese são duas teorias formuladas para explicar a origem da vida na Terra.
A questão de como surgiu a vida na Terra sempre intrigou os cientistas. Para responder a essa pergunta, eles formularam hipóteses e realizam diversos tipos de experimentos.
A teoria da abiogênese foi a primeira a surgir, ela descrevia que a vida surgia de forma espontânea.
Os cientistas defensores da abiogênese acreditavam que a vida podia surgir espontaneamente. Por exemplo, os cisnes surgiam de folhas que caíam nos lagos e os ratos surgiam de roupas sujas e úmidas misturadas com sementes de trigo.
Apesar de hoje parecer uma teoria absurda, a abiogênese foi por muito tempo aceita para explicar a origem dos seres vivos.
Alguns cientistas da época também não acreditavam que a vida podia surgir espontaneamente. Assim, surgiu a teoria da biogênese, a qual afirmava que todas as formas de vida só poderiam ser originadas a partir de outras preexistentes.

- Diferenças entre Abiogênese e Biogênese


A abiogênese e biogênese são duas teorias opostas para explicar o surgimento da vida.
Saiba o que é cada uma delas e as suas diferenças:
  • Abiogênese: Os seres vivos eram originados a partir de uma matéria bruta sem vida. Teoria derrubada através de experimentos.
  • Biogênese: Os seres vivos são originados a partir de outros seres vivos preexistentes. Atualmente aceita para explicar o surgimento dos seres vivos.

- Abiogênese x Biogênese

Diversos cientistas testaram as teorias da abiogênese e biogênese através de experimentos.
Em 1668, o médico e cientista italiano Francesco Redi realizou um experimento colocando cadáveres de animais em frascos com bocas largas. Desses, alguns foram vedados com uma gaze fina e outros deixados abertos.
Após alguns dias, ele observou que nos frascos abertos surgiram vermes. Enquanto nos frascos fechados não haviam vermes.


Redi concluiu que o fato das moscas não poderem entrar nos frascos fechados impediu o surgimento de vermes. As moscas seriam as responsáveis pelo surgimento dos vermes. Com o experimento de Redi, a abiogênese começou a perder credibilidade.
Em 1745, John Needham realizou um experimento que voltou a reforçar a teoria da Abiogênese.
Ele aqueceu caldos nutritivos em frascos que foram fechados e novamente aquecidos. A sua intenção era impedir a entrada e proliferação de microrganismos. Com os dias, os microrganismos surgiram nos frascos e Needham concluiu que seu experimento foi resultado da abiogênese.
Em 1770, Lazzaro Spallanzani afirmou que Needham não aqueceu o caldo nutritivo por tempo suficiente para destruir as bactérias. Para comprovar que estava com a razão, Spallanzani realizou o mesmo experimento de Needham. Porém, ele aqueceu o caldo por mais tempo. O resultado foi que não apareceram bactérias.
Mais uma vez a teoria da abiogênese perdia a credibilidade.
Em 1862, a teoria da abiogênese foi derrubada definitivamente por Louis Pasteur.
Pasteur realizou experimentos com caldos nutritivos em balões do tipo pescoço de cisne. Após ferver o caldo, o pescoço do balão era quebrado e surgiam microrganismos. Em balões sem o pescoço quebrado, os microrganismos não apareciam.


Pasteur provou que a fervura não destruía nenhum tipo de "força ativa". Além disso, bastava quebrar o pescoço do balão para que os microrganismos surgissem, através do contato com o ar.




domingo, 22 de abril de 2018



                          A Origem das Espécies



Nesse livro, Darwin apresenta evidências abundantes da evolução das espécies, mostrando que a diversidade biológica é o resultado de um processo de descendência com modificação, onde os organismos vivos se adaptam gradualmente através da selecção natural e as espécies se ramificam sucessivamente a partir de formas ancestrais, como os galhos de uma grande árvore: a árvore da vida.
A primeira edição, publicada pela editora de John Murray em Londres no dia 24 de Novembro de 1859 com tiragem de 1250 exemplares, esgotou-se no mesmo dia, criando uma controvérsia que ultrapassou o âmbito académico. Um exemplar da primeira edição atinge hoje mais de 50 mil dólares em leilão.
A proposta de Darwin que as espécies se originam por processos inteiramente naturais contradiz a crença religiosa na criação divina tal como é apresentada na Bíblia, no livro de Génesis. As discussões que o livro desencadeou se disseminaram rapidamente entre o público, criando o primeiro debate científico internacional da história.

     
   On the Origin of Species
A Origem das Espécies
Origin of Species title page.jpg
Edição em inglês do livro A Origem das Espécies (1859)
Autor(es)Charles Darwin
IdiomaInglês
País Reino Unido
AssuntoSeleção natural
Biologia evolutiva
Gênerociênciabiologia
Lançamento24 de novembro de 1859
Páginas502
Cronologia
On the Tendency of Species to form Varieties; and on the Perpetuation of Varieties and Species by Natural Means of Selection
Fertilisation of Orchids
                      A evolução da espécie homo

Se compararmos os humanos, com outras espécies de animais no globo terrestre, podemos perceber que os homens são relativamente novos no planeta. Isso ocorre porque estudos arqueológicos e paleontológicos – estudos feitos com fósseis – , demonstram que todos os seres vivos passaram por um processo de seleção natural, em que só os mais adaptáveis às transformações da natureza e do meio poderiam sobreviver e deixar herdeiros de suas características. Da mesma forma ocorreu com o homem moderno ou, cientificamente falando, o homo sapiens sapiens.

Os humanos atuais possuem alguns parentes mais próximos ainda vivos, são os gorilas e os chimpanzés. Porém, os humanos não evoluíram a partir desses macacos. O que ocorre, entretanto, é que os homens modernos compartilham com esses primatas um ancestral em comum. Para entender melhor a evolução da nossa espécie é preciso conhecer as anteriores, como o australopithecos, homo habilis, homo ergaster e homo erectus, homo neanderthalensis e, por fim, o homo sapiens, a última geração anterior ao homo sapiens sapiens.

Os fósseis dos australopithecosforam encontrados na África, onde viveram há aproximadamente três milhões de anos. Eram bípedes, moravam em cavernas e só conseguiam manipular instrumentos rústicos. O  homo habilisse difere do anterior pelo fato de possuir uma habilidade com os instrumentos cortantes, e a partir de então tem uma dieta carnívora

homo ergaster e o homo erectus povoaram não só a África como também a Ásia, tendo, portanto, a característica de nômades. Como esses se locomoviam foi possível adotar uma postura mais ereta. Além disso, caçavam com mais habilidade e construíram suas próprias casas. A grande conquista dessa espécie foi a dominação do fogo.

Já o homo neanderthalensis possui tal nomenclatura porque seus fósseis foram encontrados na cidade de Neander, na Alemanha. Sendo assim, habitaram boas partes da Europa e também da Ásia. Acredita-se que essa espécie foi exterminada pelo homo sapiensesse, por sua vez, é o que mais se assemelha ao homem moderno. Já se comunicava com uma linguagem falada e também eram hábeis caçadores de animais de grande porte.

Por fim, surgiram há 40 mil anos o homo sapiens sapiens, que por suas habilidades altamente desenvolvidas podiam dominar melhor a natureza e assim adaptá-la ao seu modo de vida. Este texto se aprofunda, justamente, nessa espécie.

                                             O incrível homo sapiens sapiens;

homo sapiens sapiens é, na verdade, uma subespécie do homo sapiens. Além disso, pertence ao reino animalia, do filo chordata e subfilo vertebrata. É da classe mammalia, de ordem primata e subordem antropoidea. Sua superfamília é a hominoidea e a família hominidea, sendo do gênero homo. O significado do nome dado a essa subespécie é “homem que sabe o que sabe”, o que faz referência a principal características desses seres: o pensamento.

As outras espécies viviam da caça e eram unificadas em pequenas grupos nômades. Uma diferença entre essas e o homem atual é que esse último aprendeu a produzir seu próprio alimento, surgindo assim a agricultura e as sociedades. Por isso, são vistos como além de caçadores, mas também agricultores. E junto a essa prática aparecem outras formas de vida e de se relacionar com a sociedade.
Características do homem moderno;

Os membros dessa subespécie possuem um cérebro muito desenvolvido, se comparado com os seus ancestrais. Com isso, a capacidade de raciocínio, linguagem, introspecção e a resolução de problemas é avançada. Por possuir um corpo completamente ereto, a possibilidade de usar os braços e mãos para manipular os objetos foram desenvolvidas, o que permitiu que o meio fosse adaptado as vontades e anseios do homem.
A auto-consciência, racionalidade e a sabedoria diferem o homo sapiens sapiens não só dos seus ancestrais mas de todos os seres vivos que habitam o planeta terra. A sociedade humana se construiu e atualmente podemos utilizar diversos sistemas de comunicação, como o verbal, gestual e escrito, sendo possível a troca de ideias, as formas de expressão e até uma melhor forma de organizar o social.
A partir dessa nova espécie, os humanos puderam criar grupos que cooperam e também são concorrentes, à exemplo das famílias e até nações. A sociedade também criou uma série de tradições para que fossem cultuadas de geração para geração por meio do que conhecemos hoje como cultura. São valores sociais e éticos, beleza e estética, a criação da arte, música e literatura, religiões, ciências e mitologia, todas essas esferas compõe a vida de um homeme moderno, que apesar de novo já está na terra há aproximadamente 40 mil anos.

sábado, 31 de março de 2018


Conjuntivite:

conjutivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. A conjuntivite pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.
A conjuntivite pode ser dividida em três tipos, a mais comum é a infecciosa;

Infecciosa ; A conjuntivite infecciosa é o tipo mais comum. Essa categoria de conjuntivite é contagiosa, ou seja, é possível passar para outras pessoas pelo ar ou contato com o local. Ela pode acometer um ou os dois olhos e, normalmente, apresenta lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, secreção (clara ou amarelada) e hiperemia (olhos vermelhos). 

Os sintomas entre os tipos de conjuntivite são muito semelhantes, portanto, a melhor forma de diferenciar a conjuntivite é através da forma de contágio. Além disso, é essencial procurar um especialista, para que ele possa indicar o tratamento específico, quando antes o tratamento for iniciado menores serão as chances de complicações.

Sintomas de Conjuntivite

A característica mais marcante da conjuntivite é a vermelhidão nos olhos. Além disso, ela pode apresentar outros sinais como (4):
·         Vermelhidão nos olhos
·         Olhos lacrimejantes
·         Pálpebras inchadas
·         Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana)
·         Sensação de areia ou de ciscos nos olhos
·         Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral)
·         Coceira
·         Fotofobia (dor ao olhar para a luz)
·         Visão borrada
·         Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

Prevenção

A prevenção da conjuntivite pode ser feita com algumas medidas:
·         Não coçar os olhos
·         Não compartilhar as toalhas do banheiro ou usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos
·         Lavar com frequência o rosto e as mãos, uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão da conjuntivite
·         Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente
·         Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes
·         Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza
·         Não se automedicar.
              







A evolução humana


A evolução humana é a morosidade do processo de mudança pelo qual as pessoas se originou a partir de ancestrais. A evidência científica mostra que os traços físicos e comportamentais compartilhados por todas as pessoas se originou a partir de ancestrais e evoluiram ao longo de um período de cerca de seis milhões de anos.
 Um das primeiras definição de traços humanos, o bipedalismo – a habilidade de andar sobre duas pernas – evoluíram mais de 4 milhões de anos atrás. Outras características humanas importantes – como um grande e complexo do cérebro, a capacidade de fazer e usar ferramentas, e da capacidade de linguagem – desenvolvido mais recentemente.
 Muitos traços avançados – incluindo expressão complexa simbólica, a arte e a diversidade cultural elaborada – surgiram principalmente durante os últimos 100.000 anos. Os seres humanos são os primatas. Semelhanças físicas e genéticas mostram que a espécie humana modernos, Homo sapiens, tem uma relação muito estreita com um outro grupo de espécies de primatas.
Os seres humanos evoluíram primeiramente na África e grande parte da evolução humana ocorreu naquele continente. Os fósseis dos primeiros seres humanos que viveram entre 6 e 2 milhões de anos atrás vir inteiramente de África. A maioria dos cientistas reconhecem atualmente cerca de 15 a 20 espécies diferentes de seres humanos primitivos.
 Os cientistas não concordam, no entanto, sobre como essas espécies estão relacionados ou quais simplesmente morreu. Muitas espécies de humanos primitivos – certamente a maioria deles – deixaram descendentes vivos.

 Os cientistas também debater sobre como identificar e classificar espécies particulares dos primeiros seres humanos, e sobre quais os fatores que influenciaram a evolução e extinção de cada espécie. Os primeiros humanos primeiro migraram para fora da África para a Ásia, provavelmente entre 2 milhões e 1,8 milhões de anos atrás. Eles entraram na Europa um pouco mais tarde, entre 1,5 milhões e 1 milhão de anos.
 As espécies de seres humanos modernos povoada muitas partes do mundo, muito mais tarde. Por exemplo, pessoas veio pela primeira vez para a Austrália provavelmente nos últimos 60 mil anos e para as Américas nos últimos 30 mil anos mais ou menos.
Os primórdios da agricultura e o surgimento das primeiras civilizações ocorreu nos últimos 12.000 anos. O processo de evolução O processo de evolução envolve uma série de mudanças naturais que causam espécie (populações de diferentes organismos) a surgir, se adaptar ao ambiente, e tornar-se extinta.
Todas as espécies ou organismos ter originado através do processo de evolução biológica. Em animais que se reproduzem sexualmente, incluindo seres humanos, as espécies prazo refere-se a um grupo cujos membros adultos regularmente cruzam, resultando em uma descendência fértil – ou seja, a prole se capazes de se reproduzir.
Os cientistas classificam cada uma das espécies com um único nome científico de duas partes. Neste sistema, os humanos modernos são classificados como Homo sapiens. A evolução ocorre quando há uma mudança no material genético – a molécula química, o DNA – o que é herdada dos pais e, especialmente, nas proporções de diferentes genes em uma população.
Genes representam os segmentos de ADN que proporcionam o código de produto químico para a produção de proteínas. As informações contidas no DNA pode mudar por um processo conhecido como mutação. A forma como os genes específicos são expressos – ou seja, como elas influenciam o corpo ou o comportamento de um organismo – também pode mudar.
Genes afetam a forma como o corpo e o comportamento de um organismo desenvolver durante sua vida, e é por isso que as características geneticamente herdadas podem influenciar a probabilidade de sobrevivência e reprodução de um organismo.
Evolução não altera qualquer único indivíduo. Em vez disso, ela muda os meios herdados de crescimento e desenvolvimento que caracterizam uma população (um grupo de indivíduos da mesma espécie que vivem em um habitat particular).
 Os pais passam mudanças genéticas adaptativas aos seus descendentes, e, finalmente, essas mudanças tornam-se comum em toda a população. Como resultado, os descendentes herdam as características genéticas que aumentam suas chances de sobrevivência e capacidade de dar à luz, o que pode funcionar bem até que o ambiente muda.
Com o tempo, a mudança genética pode alterar forma de uma espécie de vida em geral, como o que ele come, como cresce, e onde ele pode viver. A evolução humana ocorreu à medida que novas variações genéticas nas populações ancestrais primeiros favorecidas novas habilidades para se adaptar às mudanças ambientais e por isso alterou o modo de vida humano.







                                  Seleção Natural

                                   

A ação da seleção natural consiste em selecionar indivíduos mais adaptados a determinada condição ecológica, eliminando aqueles desvantajosos para essa mesma condição.
A expressão mais adaptado refere-se à maior probabilidade de determinado indivíduo sobreviver e deixar descendentes em determinado ambiente.
A seleção natural atua permanentemente sobre todas as populações. Mesmo em ambientes estáveis e constantes, a seleção natural age de modo estabilizador, está presente, eliminando os fenótipos desviantes.
Entretanto, o ambiente não representa um sistema constante e estável, quer ao longo do tempo, quer ao longo do espaço, o que determina interações diferentes entre os organismos e o meio.
Essa heterogeneidade propicia diferentes pressões seletivas sobre o conjunto gênico da população, evitando a eliminação de determinados alelos que, em um ambiente constante e estável, não seriam mantidos. Dessa forma, a variabilidade genética sofre menor redução.

É o que acontece com a manutenção na população humana de certos alelos que normalmente seriam eliminados por serem pouco adaptativos. Um exemplo é o alelo que causa uma doença chamada anemia falciforme ou siclemia.
Essa doença é causada por uma alelo que condiciona a formação de moléculas anormais de hemoglobina com pouca capacidade de transporte de oxigênio. Devido a isso, as hemácias que as contêm adquirem o formato de foice quando a concentração de oxigênio diminui. Por essa razão são chamadas hemácias falciformes.
Os heterozigóticos apresentam tanto hemácias e hemoglobinas normais como hemácias falciformes. Apesar de ligeiramente anêmicos, sobrevivem, embora com menor viabilidade em relação aos homozigóticos normais.

Em condições ambientais normais, o alelo para anemia falciforme sofre forte efeito seletivo negativo, ocorrendo com baixa frequência nas populações. Observou-se, no entanto, alta frequência desse alelo em extensas regiões da África, onde há grande incidência de malária.
Essa alta frequência deve-se à vantagem dos indivíduos heterozigotos para anemia falciforme, pois são mais resistentes à malária. Os “indivíduos homozigóticos normais” correm alto risco de morte por malária enquanto os “indivíduos homozigóticos para a anomalia” morrem de anemia. Os heterozigóticos, entretanto, apresentam, sob essas condições ambientais, vantagem adaptativa, propiciando a alta taxa de um alelo letal na população.